quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Informação

Primeiro livro da Série Cibercultura e Educação da Quartet Editora, Escola aprendente: para além da sociedade da informação compara os programas Sociedade da Informação brasileiro e português e discute a possibilidade de construção de uma escola em que as tecnologias de informação e comunicação sejam adotadas como elementos estruturantes de uma nova forma de pensar da meninada e não como apenas mais um recurso didático-pedagógico visando uma educação que já não dá mais conta dos desafios impostos pela Sociedade do Conhecimento. “...Além de alterar suas estruturas físicas e inserir as tecnologias no seu contexto”, sustenta Bonilla, “[a escola] necessita aprofundar a visão que tem sobre as tecnologias, sobre seu próprio papel enquanto agente educativo articulado em rede, questionar os significados instituídos e as situações novas com que se defronta, procurando respostas e modos de ação próprios, construídos coletiva e cooperativamente.”
Como observa o prof. Nelson Pretto (UFBA), trata-se de “um importante livro, tanto para educadores como para famílias que estão vivendo, com seus filhos em idade escolar, o drama de vê-los num processo de formação para um mundo que pouco sabemos como será”.

Um comentário:

Diário de Bordo disse...

E aí jovem, valeu pelo convite, agora frequentarei sempre o seu blog, compreendendo como mais uma fonte de conhecimento... (heheheh) Vou lhe sugar um pouquinho.

Falando sobre o poder da informação, na era em que utilizamos as chamadas "novas tecnologias" entendo que realmente é necessário que a educação de um modo geral (não só nas escolas) aprenda a lidar com este novo instrumento que pode ser utilizado a favor ou contra a "adequada" formação de uma pessoa.

Desde o tempo em que estudei este assunto na faculdade, não gostei muito do jargão (sociedade da informação), na minha opinião não vivemos numa sociedade da informação. Só porque vários assuntos são expostos e debatidos na internet não significa que a informação está a disposição de todos. Num contexto geral, sobre o que acontece a nossa volta, sabemos muito pouco, o conhecimento está restrito a alguns especialistas. O que fazemos e quando fazemos, é repetir algo que alguém já disse. Você já viu alguém dizer alguma conclusão sobre algo que seja realmente a expressão da sua opinião?

Devemos aprofundar a visão sobre as tecnologias, no entanto, devemos antes dispor destas tecnologias nas escolas, o que ainda é uma realidade muito longe. Para a maioria dos alunos, o acesso a uma ferramenta deste tipo, significa assistir em uma TV (um aparelho para toda a escola). E é claro, as crianças não podem assistir o que querem, pois tudo precisa de uma proposta pedagógica que em boa parte, está muito longe dos interesses dos educandos.

Jovem, adorei o seu blog viu. Valeu!